sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Grande Roubo do Trem

Do diretor americano Edwin Porter (ele já foi operador de câmera de Thomas Edison) e produzido pela Edison Company. Tá na lista porque é considerado o primeiro faroeste da história do cinema (a Wikipédia diz que é, na verdade, o segundo, perdendo para Kit Carson). O livro diz que "o que torna o filme (...) excepcional é seu grau de sofisticação narrativa, se levarmos em conta a época em que foi feito." É inovador, também, segundo a Wikipédia, por ter sido filmado em ambientes externos (isso eu já tinha visto em Viagem à Lua) e em vários locais. "Na cena inicial, dois assaltantes mascarados obrigam um telegrafista a enviar uma mensagem falsa para que o trem faça uma parada imprevista. Os ladrões entram no vagão do correio, e, depois de uma briga, abrem o cofre. Na próxima cena, dois assaltantes subjugam o maquinista e o foguista do trem e jogam um deles para fora. Em seguida, eles param a locomotiva e rendem os passageiros. Um deles tenta fugir e leva um tiro. Então os assaltantes escapam a bordo da locomotiva e, na cena seguinte, os vemos montar em cavalos e fugir. Enquanto isso o telegrafista do trem envia uma mensagem pedindo ajuda. Em um saloon, um recém-chegado é forçado a dançar sob uma saraivada de tiros, porém, quando a mensagem chega, todos pegam seus rifles e saem. Corte para o bando sendo perseguido por uma turba. Há um tiroteio e os assaltantes são mortos." Esse é o resumo do filme, de acordo com o livro. Existe também uma cena extra, que mostra um dos ladrões atirando na direção da tela. Essa é a parte que eu mais gostei. Achei que a qualidade da filmagem é péssima em relação à de Viagem à Lua, e, para mim, o filme foi extremamente chato e maçante, além de ser de difícil compreensão. Depois de ler o parágrafo acima, assisti tudo de novo, e não me pareceu mais tão horrível assim, apesar de ainda ser ruim. O fato de o filme ser mudo também não ajuda, várias vezes me distraí enquanto assistia.

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